sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Madalena Moog no programa nº #34, do Programa Frente, apresentado pelo Henrique Portugal (da Skank).
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Pra ouvir a música e os comentários do apresentador é preciso ouvir as músicas anteriores.
OBS: Diferentemente do que diz Portugal, nós não somos pernambucanos (só eu, Patativa), somos de João Pessoa (PB), e o nome da música é "Lucy fala com as paredes". Nós agradecemos ao Frederico que fez contato com a gente, em nome da Produção do Progra Frente. Obrigado também ao Portugal, pela força. \o

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

BRAZIL MORE THAN SAMBA - SOUNDS FROM PARAÍBA

Brazilian music is one of the most performed types of music in the world and it is getting bigger every day, much of this “booming” of Brazilian music has to do with the quality and plurality of its sounds and rhythms. The Northeast of Brazil and, more specifically, the state of Paraíba, have always played an important role on Brazilian music scene. The significance of music as an esthetic manifestation that captures Brazilian’s multiple cultural identities reveals itself as one of the most powerful ways of preserving our collective memory,building up markets and a more and more captive audience. In its first edition, “BRAZIL MORE THAN SAMBA - SOUNDS FROM PARAÍBA”, presents the cream of the contemporary music production that is wondering and fascinating everybody. It’s a chance to create bonds, make contact, build bridges and expand the range of opportunities that will certainly benefit the most varied activities that involves the music universe. Put your earphones on, hit play and dip yourself in this plural, original and unusual Brazil!
Link for MySpace project BRAZIL MORE THAN SAMBA - SOUNDS FROM PARAÍBA:

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AGORA VAI, Mariaaa...

1ª chamada OFICIAL pros shows das bandas Os Caronas do Opala, Madalena Moog e Seu Pereira & Coletivo 401
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Pela primeira vez dividindo o mesmo palco, as três bandas mostram repertórios que dançam entre o rock/MPB autoral, e o brega-rock reinterpretado. É uma mistura infernal - mas coerente - pra fazer todo mundo dançar na pontinha do pé. E ainda haveráotras cositas mas pra quem for dar uma conferida!!!
Os Caronas do Opala - Velha conhecida de todos, toca um brega-rock divertidíssimo, revisitando os clássicos do gênero. Precisa apresentar? Não, né?
Madalena Moog - Com novíssimo repertório, a banda dança entre o experimental-indie e a música brasileira, tudo feito pra que ninguém fique parado na pista.
Seu Pereira & Coletivo 4001 - O show é uma variação entre regional, brasilidades e experimentações, com letras focadas nas visões de mundo de um certo... Seu Pereira.
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Serviço:
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Quando? Dia 24 de Outubro (Sábado)
Onde? Candeeiro Encantado (Centro Histórico)
Quanto? Só R$ 5,00, até às 23:00 (depois é R$ 7,00)

domingo, 11 de outubro de 2009

Madalena Moog – “Madalena Moog”
Baixe de graça, aqui:
http://www.jamendo.com/br/album/53458

Madalena Moog – EP 2003
Release e ficha-técnica escritos por: Susan Handfield

Houve uma época em que Patativa acreditava que a música, mais que ela mesma, poderia ser “mensagem” e suas letras poderiam ser instrumentos revolucionários. Não é o que ele faz ao musicar o papelete de um menino que, num ônibus, às “14:40” (e daí o nome da música), distribuía-o entre os passageiros, pedindo ajuda? “Senhores passageiros, colaborem comigo comprando esta pastilha por apenas R$ 0,50...”; não é o que ocorre quando ele faz a música de “First fruits”, um abecedário acróstico que ensina as primeiras letras às crianças da Inglaterra protestante do século XVI? Houve uma época que Patativa acreditava no poder da poesia, e acreditava que também ele, como todo mundo, poderia ser poeta. Não é por isso que ele faz a letra de “Música de inverno”, seguindo as pegadas da mineira Adélia Prado, que é citada? “Quando chega o inverno, aproveito os dias de chuva / Não espero que o sol se ponha / Deixo a noite ser como o dia / E se esbarro numa saudade, aproveito isso também: / Leio tudo o que posso, sem pressa / Comendo verso por verso / Ouvindo os pingos de chuva caírem no teto / Ah, Adélia! Velha amiga, você me inventa outra estação?...” Não é por isso que ele escreve “A tempestade”? “Haverá uma noite fria / Você perdido por aí, buscando horizontes, encontrando abismos / Porque todo mundo é uma ilha...” É, houve um tempo em que Patativa acreditava que as amizades poderiam ser quase transcendentes, transcendentais, e que o utilitarismo não era assim tão medonho. Houve um tempo encantado, e isso não faz tanto tempo assim. Era final de 2002 e início de 2003. Foi nesse ano que o álbum “As flores mortas e outros prenúncios” foi lançado. Mas aí, e já pelo tema, vê-se o desencanto aparecendo, como o arco-íris que vai se desmanchando no céu. Não é por isso que existem as canções “As flores mortas”, “Talvez” e “27 de agosto”? Era gótico? influência da The Cure? ou desencantamento mesmo? O presente EP da Madalena Moog (que na época era apenas Madalena), é uma seleção pessoal do Patativa, que não pensou em dar explicações do porque da “seleção”. Dentre as quatorze faixas do álbum original, ele recolheu as sete que aqui apresentamos, fazendo essa leitura pseudo-psicológica do seu autor, que parece nos recomendar em “27 de agosto”: “Não espere muito de mim, eu não tenho tanto / [...] Quando não há mais tempo, os sinais se fecham todos pra nós / O leão está solto em nossa rua, e ela não saída”. O EP, homônimo, é o registro de um tempo esquecido da banda, que tomou outras direções, que apostou noutro seguimento – mas sem ignorar suas raízes de encantamentos; é, outrossim, um presente aos amigos e fãs que procuram pelo primeiro álbum da banda, físico ou na internet, e nada encontram – porque seus proprietários intelectuais tiveram o cuidado de remover quaisquer rastros do mesmo. É, por fim, e com o consentimento dos mesmos, uma forma de dizer: “A gente era assim, aí a gente cresceu... olhe pra gente hoje! mas foi daqui que viemos”. Enfim, houve uma época que Patativa acreditava que as músicas eram feitas para serem ouvidas, como se fossem pequenos sermões. Se hoje ele acredita que as músicas são feitas, como diz, “para serem sentidas” – música pela música, arte pela arte –, isso não foi sempre assim. Boa audição!

Ficha técnica de “Madalena Moog” (EP de 2003)

Gravado e mixado no final de 2002 e início de 2003, em casa (João Pessoa). Masterizado em março de 2003, no Estúdio Peixe-Boi (João Pessoa). Todas as letras, músicas, arranjos e arte das capas originais são de Patativa Moog. Músicos adicionais: Rodrigo Rocha (baixo); Mirna Hipólito (flauta transversal), Jailson Mello, Ratto (baixo e programações); Evágoras (teclado); Fernanda (violino); Tribo Éthnos, backing-vocal em “27 de agosto”.

Em 2003, Madalena Moog era:

Patativa Moog: Voz, violão, guitarras, teclados, programações e efeitos
Silmara Ferreira: Voz
Edu Paz: Guitarras

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Madalena Moog na alemã DarkerRadio
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"Madalena Moog sind recht experimentierfreudig. Indie-Rock mit Jazzelementen… ich bin gespannt wie es euch gefällt", entendeu? É o que tá aqui, ó: http://www.darkerradio.com/news/free-music-charts-september-2009/, no site da gringa (alemã) DarkerRadio (Darkerradio.com).

Pois não é que encontraram uma música da banda no MySpace (http://www.myspace.com/madalenamoog8) e selecionaram "Stronic Up!" pra concorrer com músicas de todo o mundo para a programação de Outubro (e outras possibilidades)?! Resultado, a Madalena Moog, até o presente, está com 48% dos votos, bem á frente da segunda banda colocada, que tá com 32%.

É possível votar ainda, mas só para o mês seguinte!
Enfim, agradeceomos a todos que votaram na banda, e aproveitamos pra dizer que tanto o EP de 2006, "Stronic Up!", quanto o novo CD, "Universal Park" (2009) está linkado para download, aqui, ó:
Obrigado a você que gosta da banda e apoia, baixando, divulgando, indo aos shows, etc.

Abraço a todos!!!
\o

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Madalena Moog lança "Universal Park"
Escrito por Olga Costa*
17-Set-2009

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A faixa "Grow up!" dá a tônica e a musicalidade desse novo trabalho. O crescimento pode acontecer de forma serena ("Grow up!"), como também pode acontecer de forma violenta ("Grow up! 2"). Ao ouvir as duas versões, o entendimento vem de imediato. Madalena Moog dita um mote de álbum conceitual (a maioria das músicas giram em torno de um mesmo assunto, além da repetição de um tema, no caso, "Grow up!"), porém, foge do conceito e do padrão.
A banda, depois de quase oito anos na estrada, entre idas e vindas, paradas e atropelos, encontrou uma formação concisa e entrosada. E mesmo com o domínio da sonoridade retrô (como denuncia o Moog), a banda não vive o passado nostalgicamente, mas cresce com os eventos e adventos da longa e sinuosa estrada. O universo da Madalena Moog se revela nas citações e fragmentos sonoros reunidos ao longo das doze faixas. Entre as citações, além do trecho de poemas de William Blake – esse explícito e confesso no encarte ("Joy is my name"/"Ah! Sun-flower!") – são percebidas frações de Roman Polanski, Tom Jobim, Chico Buarque, Eric Clapton, Woody Allen, Beatles, William Burroughs ("Eu vejo os espelhos"/"Hey, amigo!"), Marshall McLuhan, Gerson Conrad ("Universal Park"/"Sonic Lab"), Os Mutantes e Wondermints ("Arnaldo dos Mutantes”).
Em "Eu vejo os espelhos" detectam-se filmes, MPB e poesia beatnik, onde, implicitamente, uma atmosfera psicodélica se instala com uma a guitarra indo da direita pra esquerda, enquanto um discurso impertinente é proferido. Em "Universal Park" e "Sonic Lab" o experimentalismo predomina na letra da primeira, e na musicalidade da segunda. Sem esquecer de mencionar o sutil humor no tom e nas palavras que saem da boca de Patativa Moog. Como cúmplices e parceiros dessa empreitada, estão: Edy Gonzaga (baixo/violões/guitarras), Rieg Wasa (guitarras/sintetizadores/computadores), Emerson Pimenta (bateria), João Henrique (trompete) e Nildo Gonzales (bateria nas faixas: 3, 4, 7, 8, 10, 11 e 12). Além das participações de Jean, trombone; Mirna Hipólito, flauta transversal; Sarah Falcão, violino; João Cassiano, percussão; Técci Brandão, backing vocal.Madalena Moog diz adeus ao passado ("Hello! Goodbye!"), e nos mostra uma visão do presente. Uma visão do mundo, exclusiva deles, que não nos pertence. Resta-nos a música, que nos dá asas para acompanhar, não só o presente, como também, conhecer o passado e se lançar ao futuro.
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Contato:
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"Universal Park" é lançamento do netlabel Ladonorte-Musicland Recs.
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Para baixar o disco gratuitamente:
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sábado, 5 de setembro de 2009

Capa do álbum "Universal Park" (2009), da Madalena Moog

Novo CD Madalena Moog, "Universal Park", para download. Divirta-se!
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Release
Madalena Moog – Universal Park (2009)
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A faixa "Grow up!" dá a tônica e a musicalidade desse novo trabalho. O crescimento pode acontecer de forma serena ("Grow up!"), como também pode acontecer de forma violenta ("Grow up! 2"). Ao ouvir as duas versões, o entendimento vem de imediato. Madalena Moog dita um mote de álbum conceitual (a maioria das músicas giram em torno de um mesmo assunto, além da repetição de um tema, no caso, "Grow up!"), porém, foge do conceito e do padrão.
A banda, depois de quase oito anos na estrada, entre idas e vindas, paradas e atropelos, encontrou uma formação concisa e entrosada. E mesmo com o domínio da sonoridade retrô (como denuncia o Moog), a banda não vive o passado nostalgicamente, mas cresce com os eventos e adventos da longa e sinuosa estrada. O universo da Madalena Moog se revela nas citações e fragmentos sonoros reunidos ao longo das doze faixas. Entre as citações, além do trecho de poemas de William Blake – esse explícito e confesso no encarte ("Joy is my name"/"Ah! Sun-flower!") – são percebidas frações de Roman Polanski, Tom Jobim, Chico Buarque, Eric Clapton, Woody Allen, Beatles, William Burroughs ("Eu vejo os espelhos"/"Hey, amigo!"), Marshall McLuhan, Gerson Conrad ("Universal Park"/"Sonic Lab"), Os Mutantes e Wondermints ("Arnado dos Mutantes”).
Em "Eu vejo os espelhos" detectam-se filmes, MPB e poesia beatnik, onde, implicitamente, uma atmosfera psicodélica se instala com uma a guitarra indo da direita pra esquerda, enquanto um discurso impertinente é proferido. Em "Universal Park" e "Sonic Lab" o experimentalismo predomina na letra da primeira, e na musicalidade da segunda. Sem esquecer de mencionar o sutil humor no tom e nas palavras que saem da boca de Patativa Moog. Como cúmplices e parceiros dessa empreitada, estão: Edy Gonzaga (baixo/violões/guitarras), Rieg Wasa (guitarras/sintetizadores/computadores), Emerson Pimenta (bateria) e João Henrique (trompete).Madalena Moog diz adeus ao passado ("Hello! Goodbye!"), e nos mostra uma visão do presente. Uma visão do mundo, exclusiva deles, que não nos pertence. Resta-nos a música, que nos dá asas para acompanhar, não só o presente, como também, conhecer o passado e se lançar ao futuro.
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(Olga Costa)
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ENCARTE
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1 – Grow Up!
2 – Hello! Goodbye!
3 – Grow Up! (versão 2)
4 – Hey, amigo!
5 – Sonic Lab
6 – Ah! Sun-flower!
7 – Joy is my name
8 – Edmundo Gonzalez
9 – Universal Park
10 – Lucy fala com as paredes
11 – Arnaldo dos Mutantes
12 – Eu vejo os espelhos
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Madalena Moog é:
Patativa Moog: voz, guitarras, violões, teclados, baixo, efeitos
Rieg Wasa: guitarras, sintetizadores, computador
Edy Gonzaga: baixo, guitarras, violões
Emerson Pimenta: bateria
João Henrique: trompete
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FICHA TÉCNICA:
Produzido por Madalena Moog. “Universal Park” foi gravado, mixado e masterizado entre julho de 2008 e maio de 2009, no Estúdio Peixe-Boi (João Pessoa-PB), por Marcelo Macedo e Madalena Moog. Letras e músicas de Patativa, exceto “Hello! Goodbye!”, letra de Patativa e Olga Costa. “Joy is my name” e “Ah! Sun-flower!” contêm trechos de poemas de William Blake, a quem é dedicado este álbum, e outros acidentes. Nildo Gonzalez toca bateria nas faixas: 3, 4, 7, 8, 10, 11 e 12. Outras participações: Jean, trombone; Mirna Hipólito, flauta transversal; Sarah Falcão, violino; João Cassiano, percussão; Técci Brandão, backing vocal. Outras vozes: Julie Christie (interview nas duas versões de “Grow Up!”); Fabiano Formiga, Marcelo Macedo (falas adicionais em “Arnaldo dos Mutantes”); o discurso de “Eu vejo os espelhos” é sampleado de Propagandhi: “Only good fascist is a dead one”. As fotos do encarte são de Sarah Falcão e Anderson Silva. A todos que tornaram este álbum possível, e a você que gosta da banda, muito obrigado!