terça-feira, 13 de setembro de 2011


Nesta SEXTA, 16 de Setembro, dentro da programação do Circuito Cultural das Praças: Madalena Moog, 22:00, na Praça Antenor Navarro (Centro Histórico) | Realização: FUNJOPE. Evento GRATUITO.



De 15 a 17 de setembro, acontece a segunda edição do Projeto Subindo a Ladeira, que ocorre mensalmente na Casa de Cultura Cia. da Terra, realizado pelo Coletivo Sanhauá. Shows gratuitos, espetáculos de dança, teatro, oficinas, etc. Veja o flyer e fique por dentro da programação.
É TUDO NOSSO!



Nesta quinta-feira, dentro da programação de ENSAIOS ABERTOS e jam sessions da casa Casa de Musicultura, as bandas Scary Monsters e Nuvens Psicodélicas irão fazer um barulho desgraçado, e na sequência ainda rola discotecagem do mesmo naipe, tudo para embalar a sua bebedeira.
E aí, vamos nessa!?


SERVIÇO:

QUINTA ROCKER
DJ's: Felipheus, Danilo, Stanz e Lil The End
BANDAS: Scary Monsters e Nuvens Psicodélicas
Dia: 15 set. (quinta-feira)
Local: Casa de Musicultura (Centro Histórico)
Hora: 21:00 até...
Entrada LIVRE!

sábado, 10 de setembro de 2011

2001 (EP)

2001. Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke idealizaram-no mais pródigo do que ele foi, realmente. Na gestação da Madalena Moog, foi aí também que tudo começou: a viagem temática dos nossos experimentos sonoros. E ela também (noutro sentido, evidentemente) foi além do que idealizamos, na época. Parece que isso é bem comum, afinal.

“2001” não foi pensado como EP; não era, muito menos, algo feito para ser mostrado ao público. As músicas, gravações bem caseiras e experimentais, eram apenas... gravações bem caseiras e experimentais. Nada planejado para divulgação, etc. Foi em referência a Kubrick e Clarke que elas recebem os nomes “retrô-futuristas”, evocando o passado que assentava-se no presente, mas desencantado - como na frase inicial de “Aqueles que Vivem no Céu” (em inglês, naturalmente), repetida e a repetir-se, perdendo-se em seu silêncio espaço-espacial: “Alguém está chorando agora, e está chovendo.” E nos também nos distanciamos; mas ainda não nos perdemos.
2001 foi um ano difícil; emblematicamente marcado pelos ataques às torres gêmeas, na ilha de Manhattan, coração financeiro de Nova York: o World Trade Center. Lembro bem daquela manhã do 11 de setembro. Eu dava uma aula de Introdução à Sociologia, e a diretora pediu licença para interromper, dizendo: “Gente, estão jogando aviões sobre os Estados Unidos, um monte deles...” Eu somente pensava em uma Terceira Guerra Mundial. Tinha relido a graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, Watchmen, bem recentemente. E lembrava de uma música, da banda gaúcha, Engenheiros do Hawaii: “Quando eu abro a janela, quando eu vejo o jornal / Eu vejo a cara dela, a Terceira Guerra Mundial / Jogam bombas em Nova York..." As referências se multiplicavam. E do que veio depois de tudo, todos já sabem bem.
É verdade que o primeiro registro sonoro da Madalena (sem o Moog, na época - seria acrescido em 2006, quando eu fui morar em Porto Alegre) somente sairia em 2002, com o lançamento de um EP homônimo. Antes, porém, essas gravações caseiras, usando um velho teclado Yamaha PSR 620, ligado a não sei quantos pedais, assomado a bancos de madeira (como no caso de “Aqueles que vivem no céu”) e tudo o mais que produzisse algum som. Tratava-se de um “vamos ver como é que fica”. E o que ficou é o que você pode ouvir aqui, no “2001”. Dê um desconto quanto à qualidade, fique com o som, sem preconceitos.
Como você poderá notar, muita coisa mudou de lá para cá e, sinceramente, espero que para melhor. Seja como for, trata-se de um presente (estamos fazendo 10 anos de banda, entre hiatos e reticências) àqueles que gostam da banda, e que não conheciam ainda este seu lado mais, digamos, obscuro – da época em que a Madalena era a banda de um homem só: yo. Apertem os cintos; boa viagem!

Patativa Moog, em setembro de 2011

Set

01 - Aqueles que Vivem no Céu
02 - Voyager
03 - Júpiter & Seus Satélites
04 - Cressid's Love
05 - Espirais CCs


Observação. Como já foi dito, as gravações são caseiras (feitas em Kakewalk) e, como tal, requerem alguns “descontos dos ouvintes”. Todas as músicas são de Patativa Moog (oi!), e todos os instrumentos são tocados por ele (rsrs...), exceto o baixo elétrico em “Júpiter & Seus Satélites”, gravado por Edy Gonzaga, depois (parece que em junho de 2002).



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Cida Alves e Madalena Moog em:

UM SHOW DE COMADRES!


A cantora e professora de violão, Cida Alves, apresenta o seu repertório cheio de brasilidades e moral feminina, acompanhada pelo seu grupo incrível, em um show que promete deixar a vontade de querologooutro!

Veja aqui o som da Cida:

Madalena Moog, bem conhecida na cidade, promete fazer o show de sempre, e com algumas novidades. Mas, mantendo a tônica de seu último CD, "Samba pro seu dia" (2011), repleto de sambas, bossas e marchinhas acirandadas de groove e rock and roll à brasileira - ainda falta uma definição precisa para o som que a banda vem fazendo, misturando tudo no caldeirão festivo que, hoje, é super fincado no Brasil e na geografia da cidade de João Pessoa, presente em várias letras. Enfim... veja você mesmo/a e descubra!



Serviço:

CIDA ALVES e MADALENA MOOG
03 de setembro (sábado), 23:00
Casa de Musicultura (Praça Antenor Navarro, Centro Histórico)
Ingresso: R$ 6,00 (preço único | mulher paga igual homem, que não somos porcos machistas!)


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Musa Junkie

strikes again!



Como fã, sou suspeito, mas não poderia me conter em falar das novas da lendária Musa Junkie. Ainda ontem o guitarrista e vocal Edy Gonzaga me passou a mix final das músicas do novo trabalho da banda. Sem saudosismo barato é sempre bom escutar a Musa, sobretudo pela postura rocker disposta em suas composições que mantém acima da média reinante. O punch alternativo modera as nove composições, em sua maioria cantadas em inglês, em pouco mais de 17 minutos - me faz rememorar a cota de bons sons como The Clash, Walverdes, Buzzcocks e Snooze. Uma breve aula de sonoridade espontânea, objetiva e incisiva, que toda banda deve ter como base. Leva-se em conta que foi uma gravação ao vivo em estúdio, com pouco tempo de produção e para ajustes ideais.
O compositor, vocalista e baixista, Edliano, mora no exterior; Nildo e Edy tocam em outras bandas; mas a “pegada” continua a mesma quando juntos. Esse novo e ótimo material vai ser lançado exclusivamente/inicialmente pela Internet, para free download (músicas + capa), o mais breve possível. Como diria o amigo André Mello, “esse é o som que deve ser tocado e escutado nos tempos de hoje”. Concordo!

That’s all folks!


Texto de Jesuino André