terça-feira, 31 de janeiro de 2012

EP 2012, dos Moogs - Anotações (n. 02)






Set de pedais do Valter Pedrosa, p’ra balançar o coreto...


Quarta-feira, 26 de janeiro (17:00-00:00), foi a segunda sessão de gravação do nosso EP. A maior parte do período foi utilizada na gravação de pandeiro, surdo, cavaquinhos, caçarola e tamborim, na música “Ela só pensa em namorar”, composição do Patativa e Escurinho. Faltou gravar, na mesma, baixo (que será gravado nesta próxima quinta, com participação do broder Chico Limeira), voz (com participação de Escurinho), guitarra solo (participação de Marcelo Macedo), guitarra, sintetizador e voz (Patativa). A percussão inteira de “Ela só pensa em namorar” foi feita pelo Macaxeira Acioli, que com muita boa vontade atendeu ao nosso convite. Valeu, irmão!



Macaxeira Acioli, gravando as percussões de “Ela só pensa em namorar”


Na sequência, Valter gravou todas as partes que eram suas, nas guitarras de “As borboletas”, “Felicidade”, “Como é triste!” e “Bifurcação” (música de Edliano e Jesus José, do Musa Junkie). Nas próximas sessões Patativa deverá gravar suas partes de guitarra, mais o sintetizador, sampler, vocal, etc. Na próxima sessão, serão gravados os metais de “Felicidade” e “As borboletas”, com Neto Amaro e Raphael. E assim, pouco a pouco, o EP está tomando corpo. Ainda neste semestre ele estará aí, para quem quiser ver e ouvir o que a Madalena Moog tem a dizer.



Valter Pedrosa, comandando as guitarras melódicas e os venenos adicionais



sábado, 28 de janeiro de 2012


Festival Rock 4X4 - Edição 2012

03 de março (Praça Bela, Funcionários II)







sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Moda, música e cultura independente na tela do Palco Nacional

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É com muita alegria que posto aqui hoje os vídeos de um novo programa que nasce em JPA. É o Palco Nacional, apresentado pela minha queria Nathália Rezende, na TV Master. A proposta é levar para lá tudo que gira em torno de cultura independente. Eu fui para lá para falar de moda, música e afins, desenterraram até o meu passado roqueiro, rsss… Tive ainda o prazer de trocar figurinha com os queridos amigos de longos carnavais, Patativa e Escurinho. O programa é semanal e o pessoal está caprichando. Acho que tive a honra de ver nascer um programa de TV de grande futuro. Quem viver verá! Abaixo os três blocos do programa, dá uma olhadinha!

Primeira exibição do Palco Nacional (07.01.2012), transmitido pela TV Master. O projeto tem por objetivo apoiar, divulgar e registrar a cena cultural independente de todo país, com foco no nordeste. Com twitter, facebook, blog, programa de TV e canal no youtube o Palco é uma proposta longe de ser comercial, o Palco Nacional é o espaço da cultura independente. Onde de tudo acontece. Independente.

João Pessoa — Paraíba — Brasil 25/01/2012

Contato: @palconacional

Face: Palco Nacional

Blog: palco-nacional.blogspot.com

MSN : palconacional@hotmail.com

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


EP 2012, dos Moogs - Anotações (n. 01)



Parede na salinha de visitas do Peixe-Boi Estúdio, com flyers de artistas locais


Ok! Simbora.
Neste 18 de janeiro de 2012, entramos em estúdio (Peixe-Boi) com a missão de gravar 4 músicas novas para nosso novo EP, ainda sem título definido. Eram elas: "Felicidade", "Como é triste!", "Bifurcação" (música e letra de nosso amigo Edliano [Musa Junkie] e Jesus José, com arranjos nossos) e "As borboletas". Esta última era a que julgávamos mais fácil e, para irmos esquentando, foi a primeira a ser trabalhada. Começamos às 19h., e quando terminamos de gravar a bateria de "Bifurcação", a última, era mais de 01h. da madruga, e o fim da primeira sessão.


Emerson Pimental (gravando com a bateria)

A cozinha

Existem várias formas de se gravar uma música no estúdio. Temos optado, em nossos últimos registros, em fazer assim: geramos uma guia simples (voz e guitarra), acompanhada do metrônomo. Sobre essa guia, colocamos a bateria e o baixo, que são as bases mais fortes e rítmicas. Na sequência, guitarras (e daí excluímos a guia), sintetizadores, metais e sampler (se houver). A voz é a última coisa a ser gravada, e requer atenção redobrada. Os processos seguintes são: mixagem (nivelamento e timbragens dos instrumentos gravados) e, finalmente, masterização. É um processo meio longo, trabalhoso e cansativo - principalmente se você deseja que o resultado seja bom -; mas muito bom de ser feito. Até o momento, temos gravadas apenas as bases de bateria e baixo.
Na próxima sessão, gravaremos a música que o Patativa fez com Escurinho, "Ela só pensa em namorar", que não tem bateria, somente pandeiro, surdo, baixo, dois cavaquinhos (um deles é participação especial do Chico Limeira), sintetizador e voz: Patativa, Escurinho e coro feminino. É um samba bonitinho que deve agradar àqueles que gostam da gente. Também gravaremos as guitarras (valendo) de Patativa e Valter Pedrosa - se der tempo.


Jansen (baixo), de papo com Marcelo Macedo


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

TRÊS SHOWS!




SEXTA-FEIRA, 27 de janeiro, 21h (POGO PUB)



SÁBADO, 28 de janeiro, 15h (Música Urbana)



SÁBADO, 04 de fevereiro, 23h (Casa de Musicultura - Centro Histórico)




quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


OS/AS 10 REALMENTE MELHORES DE 2011


Pululam, a cada final de ano, as famosas listas de “Os Melhores Disso” e “Os Melhores Daquilo”. Os caras, ou grupos, acham que têm um gosto (musical, cinematográfico, etc.) tão fino e tão bom que podem definir o que seja melhor ou pior, na produção – do que quer que seja – de cada ano. Ora, gosto individual não é critério para medir coisa nenhuma para ninguém – a não ser para si mesmo. E quem se importa com o que “você”, pessoinha que faz lista, gosta ou deixa de gostar? Por isso, e a título de escárnio e zombaria, faço aqui a minha lista de “OS/AS 10 (realmente) MELHORES DE 2011”; que como você poderá notar, pessoa desocupada (que perde o seu tempo lendo isso), servirá ainda para 2012, 13, 14, 15, etc. Porque o “melhor deste ano”, continuará sendo o melhor, depois dele. Isso, sim, é uma lista de responsa. Hehe...

Mas, faça um favor a você mesmo: leia isso não!, vá procurar uma lavagem de roupa! Mas se você é mesmo desobediente e o tempo e seu e você faz com ele o que quiser, então, segue a lista:


CACHAÇA

Várias marcas. Não menciono nenhuma, porque ninguém me paga para isso. Mas as melhores são as de Minas e Paraíba. Primeiro lugar em qualquer lista que se preza, naturalmente.

CERVEJA

Várias marcas. Não menciono nenhuma, porque ninguém me paga para isso. E como as mais vendidas no Brasil (ao menos nos Estados do Nordeste), são pilsen, então vai do gosto de cada um. Segundo lugar em qualquer lista que se preza, evidentemente.

WHISKY

Várias marcas. E, nas palavras do mestre Barão de Itararé: “O uísque é uma cachaça metida a besta.” Assim, vamos na modéstia e fiquemos com a branquinha mesmo.

ARROZ BRANCO

O arroz parbolizado parece playboy bombado. Arroz é massa (literalmente) porque você pode servir com praticamente tudo o que é comestível, e fica bem; e para quem mora sozinho, é uma mão na roda: facílimo de fazer. Nos supermercados são vendidos pacotinhos para arroz de carreteiro, arroz com isso e com aquilo outro, e explicações de como ser feliz na cozinha. Arroz também serve para fazer sake (saquê), que parece com cachaça e... Ok, não parece tanto, mas é gostoso também.

FEIJÃO CARIOCA, branco

Nada contra o preto, mas esse aí é melhor em feijoadas, e se não for o caso... Feijão é rico em ferro, cálcio e potássio. Contra anemias, é uma maravilha. E o caldinho do danado, com uma cachacinha, nem digo mais nada...

BIFES (carnes vermelhas)

Variados. De preferência aqueles que servem para assar, fritar, etc. Para cozinhar, costelas são uma delícia – e dão um ótimo pirão, para quem gosta de pirão. Pirão fica bem numa farrinha com os amigos, nas comemorações do final do ano. E se for acompanhado com umas boas cervejas, boa música e uma cachacinha, é só alegria.

PEIXES (carnes brancas)

O período é muito produtivo para vendedores e comerciantes de modo geral, mas ainda mais para os que trabalham a base de comissão ou prêmio. Rendimentos extras virão engrossar o seu orçamento. No amor, segure bem e valorize o que tem em mãos, e beba menos cachaça. Quando não é o óbvio – se ligue! –, o horóscopo sempre mente.

LIVROS / HQs

Variados. Desde que não sejam de autoajuda, nem de espiritualidades, nem do Padre Marcelo Rossi, nem do Padre Fábio de Melo, nem da Lya Luft, e, menos ainda, do Silas Malafaia ou Edir Macedo. E, por falar em livros e cachaças, há ótimos livros sobre a marvada, como o clássico do potiguar Luís da Câmara Cascudo: “Prelúdio à cachaça” (Instituto do Açúcar e do Álcool), o da paraibana Kerssia L. S. de Melo: “Universo geográfico da cachaça no brejo paraibano” (Sal da Terra Editora) e o de Renato Figueiredo, “De marvada à bendita” (Matrix Editora). Parece que falta um herói bêbado nas HQs, não é? Cadê você, Tony Stark?

FILMES / DVDs

Nenhum que seja dirigido por M. Night Shyamalan – com exceção de “O sexto sentido” (1999) ou outro dos Blockbusters enlatados dos EUA. Este ano ganhei (e vi), do meu amigo Jesuíno André, um documentário excelente; sobre cachaça, claro. Trata-se do “Marvada pinga: cachaça imaculada” (2006), dirigido por Alejandro Gedeón e Léa Zagury. Totalmente excelente!

DISCOS / CDs

Vários. De preferência os que não sejam de bandas apadrinhadas pelo Circuito Fora do Eixo, nem da “nova MPB” (que revisita clássicos da “velha MPB”, rearranjando-os de modo “inovador” e “alternativo” [???]) e, menos ainda, das famosas Listas dos Melhores do Ano, comuns por esta época. Noriel Vilela, umbandista dos bons e dono de uma voz grave e lindamente marcante, não dispensava uma branquinha. Procure os discos dele e veja por você mesmo. Saravá!

FRUTAS (e verduras)

Opa! Já ia passando dos dez... Uma cachinha para fechar a conta e passar a régua. Feliz 2012, macacada!

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Psicografado por Patativa Moog