quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Diversidade de sons é a marca da coletânea “Música de Parahyba”, que será lançada no Teatro de Arena




Motivados em mostrar os frutos musicais da capital paraibana, artistas de diversas tendências da cena local unem suas forças desde 2009 para levar adiante o projeto coletivo do Fórum da Música. Para mostrar ao público o fruto desse trabalho, o fórum lança, nesta sexta-feira (28), em um show no Teatro de Arena da Funesc, a coletânea ‘Música de Parahyba’. O evento será às 20h e os ingressos serão vendidos no local ao preço único de R$ 5.

O CD reúne 20 faixas de diversos artistas da terra, dos mais variados estilos - do rock de Cerva Grátis ao reggae de Febuk, passando pela ciranda do Círculo de Tambores e pelo som instrumental-psicodélico de Ubella Preta.

O show de lançamento contará com participação das bandas Abiarap, Febuk & Banda Santo Graal, Baluarte, Orquestra de Berimbaus, Atitude Urbana, Zé Viola, General Frank & Preta San e Pablo Escobar, todas com uma faixa gravada no CD. O evento conta com o apoio da Funesc, Funjope, Rádio Tabajara e Sebrae-PB. O álbum completo está disponível para download no blog do Fórum Música da Paraíba (http://musicadaparaiba.blogspot.com).

A produção da coletânea foi feita de forma cooperativa, pontuando um dos momentos mais importantes da atual organização dos artistas de música da cidade. A partir de iniciativas como essa, o coletivo reafirma a disposição em resgatar o trabalho iniciado nos anos 80 pelo Musiclube da Paraíba.

Fórum de Música

Criado em agosto de 2009 para integrar os trabalhadores de música da cidade, o Fórum de conseguiu participar da II Conferência Municipal de Cultura, apresentando propostas que foram discutidas no meio musical de João Pessoa, somando-se às ideias de músicos de outras cidades do interior paraibano. O resultado destas idéias propostas foi a elaboração de um documento oficial que foi levado ao Encontro Nacional de Cultura, realizado em Brasília.

Serviço:

Show de lançamento da coletânea Música de Parahyba

Data: Sexta-feira (28)

Hora: 20h

Local: Teatro de Arena da Fundação Espaço Cultural

Preço único: R$ 5

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FONTE: http://funesc.com.br/cultura/index.php?option=com_content&view=article&id=558:diversidade-de-sons-e-a-marca-da-coletanea-musica-de-parahyba-que-sera-lancada-no-teatro-de-arena&catid=1:informativo-noticias&Itemid=145

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Eles querem botar fogo no mundo, e sair correndo...


Igor Von Richthofen (Scary Monsters), sobre o show de estreia da paraibana Squizopop, postou o seguinte comentário, em seu blog – que uma garotinha no seriado CSI Miami afirma ser o lugar onde os frustrados escrevem o que querem, para ninguém ler –: “... eu me deparo com uma insana passagem de som onde vejo além da amizade (que supostamente levaria a minha opinião à falsidade contida na infame e previsível brodagem); vejo 4 pessoas numa ânsia de passar seu recado sem aquele pudor ou amarras a um suposto ‘bom gosto’. A banda que fazia barulho atende pelo vulgo nome de ‘Squizopop’, e seu efeito é pesado.” É, sim. E eu também estava naquele show; e também escrevi resenha sobre ele; e conheço cada um dos caras que davam as caras ali, no palco. Meninos, meninas, não se enganem: eles querem botar fogo no mundo e sair correndo, mostrando o dedo ou a bunda à sra. sua mãe, ao sr. seu pai.

Na apresentação que a banda faz de si mesma, e pela índole maldita de um de seus guitarristas e vocalistas, o amaldiçoado Ikaro Maxx, a Squizopop é “uma nova forma de vociferar pelas ruas, uma nova febre ensurdecedora, um novo orgasmo implantado nas entranhas da juventude...” E é preciso ter mais de 18 para ouvir o que eles têm a dizr; e é preciso não ter pudores para vê-los em ação, nos palcos, nus e desbocados. Enquanto o Igor Bebum vê “óbvias referências a nomes como Sonic Youth, Nirvana e ecos do melhor do punk 77, mesclados a experimentalismos guiados pela ensandecida dupla de guitarras”, eu vejo as mesmíssimas coisas, cuspidas da Sonic Youth, Weezer e Guided by Voices, principalmente quando é o Pablo Giorgio nos vocais. Mas, ah!, à merda com as referências! A Squizopop tem luz própria, e o EP Polvo (2011) mostra-a muito bem; basta ouvir.

Polvo foi gravado, mixado e masterizado entre agosto e outubro de 2011, no Mutuca Estúdio (Centro Histórico de João Pessoa), com recursos e produção da própria banda. É uma paulada. Além da excelente captação de áudio – bem no espírito anarco-punk da banda –, nem sempre transmitida como nas apresentações ao vivo, a seleção das músicas foi um tiro na mosca, prendendo o ouvinte do começo ao fim, sem deixar a chapa esfriar. A super bem produzida e empolgante “Galleries”, gritada com fúria e paixão, abre espaço para “The same”, que é um ménage à trois ensandecido entre Weezer, Sonic Youth e Thomas Jefferson Slave Apartments. Digo assim para mencionar as referências mais conhecidas, do que se pode chamar de mainstream – embora isso não limite o que a banda faz, como se reproduzindo tendências, etc. É o caos cantado, com cheiro de álcool, fumaça de cigarros e felação. Em “Harvest”, a longa entrada da bateria de Rodolf Lahm, seguida pela guitarra base de Pablo, depois o baixo palhetado do Rafael, e depois as distorções cheias de impedâncias da guitarra do Ikaro, dão solidez ao corpo que faz trilha para a letra. É uma colheita nervosíssima! Principalmente no coro, quando a bateria – que comanda do começo ao fim – muda o andamento, numa sequência punk-hardrock matadora. “The lost ones”, por fim, lembra uma rock-balad à Weezer; também lembra, e muito – e longe de ser cópia –, as faixas 2 e 3 do álbum “Mag Earwhig!” (1997), da americana Guided by Voices. “The lost ones” é a mais lenta do Polvo, e fecha o EP, que é incrivelmente bom. “The lost ones” é servida como aquele cigarro que se acende após o sexo, que vai queimando lenta e gradativamente, apagando e sendo aceso conforme aquele ou aquela que fuma, em um quarto quente numa madrugada. Pode ser também, dependendo da ocasião, o dedo que é enfiado goela abaixo, para (como nos bacanais da Antiga Roma pré-cristã) provocar o vômito; não por desprazer, mas para que o prazer se repita, depois da primeira saciedade. Não; os caras da Squizopop não têm nem a faca e nem o queijo, eles têm a fome. Esperteza que a poetiza mineira, Adélia Prado, sabe dosar bem em todas as suas obras. Sim; parece que os perdidos da Squizopop não estão tão perdidos assim.

SQUIZOPOP é:

Ikaro Maxx – guitarra, ruídos, vocal
Pablo Giorgio – guitarra, ruídos, vocal
Rodolf Lahm – bateria e vocal
Rafael “Spitfire” – baixo e vocal

A primeira aparição pública dos sádicos da Squizopop foi em um domingo, 24 de outubro de 2010, no Centro Histórico de João Pessoa. Depois os caras se apresentaram várias vezes, em vários locais, fazendo shows em lugares sujos e escuros, para públicos diversos e duvidosos. Um aviso: se, depois de um desses shows, você ficar viciado ou viciada na anarquia sonora da banda, e quiser ir aonde ela for e/ou indicar, é bom estar bem armado/a: a experiência pode ser libertadora, para o seu bem ou para o seu mal. E culpa será toda sua.

DOWNLOAD http://www.mediafire.com/?dyzzo89otuucx29

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Patativa Moog é músico (Madalena Moog), produtor, professor de filosofia, chato e reclamão.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Projeto Subindo a Ladeira

20 a 21 de Outubro | Edição dedicada às crianças

(Levem os bambinos e bambinas; é tudo para eles!)




Programação Cultural

Dia 20 | Quinta-Feira:

19h00 | Sessão de Cinema Infantil Sanhauá
Local: Escola Padre João Felix (Porto do Capim)

21h00 | Cineclube Sanhauá
Local: Casa de Cultura Cia. da Terra

Dia 21 | Sexta-Feira:

18h00 | Mostra Rosa Cagliani
Local: Casa de Cultura Cia. da Terra
Atração: Tempo de Dançar - Ballet Jovem da PB

19h00 | Sons do Sanhauá
Local: Escola Padre João Felix (Porto do Capim)
Atração: Show do CD Travessuras – Carlos Anísio

Dia 22 | Sábado:

17h00 | Sons do Sanhauá
Local: Casa de Cultura Cia. da Terra (R$ 8 e R$ 4)
Atração: Show Érica Mainha – Érica Maria

19h00 | Mostra Rosa Cagliani
Local: Casa de Cultura Cia. da Terra (R$ 8 e R$ 4)
Atração: Era Uma Vez... – Deuzeruora Vamimbora




quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Panço e os quixotescos amigos na Música Urbana, 18/10/2011, João Pesso-PB

Sai do rock, cara, sai do rock! *


Ontem foi uma terça-feira legal. Nem chegou a uma dezena de amigos que prestigiaram o lançamento do livro de Panço. "Esporro" é o seu terceiro, que versa sobre o rock anos 90 na Cidade Maravilhosa. Embora seja especifico sobre uma cena, diz muito para cenários distantes onde as conspirações astrais e sonoras tinham uma mesma configuração. Eu vivi e convivi bastante essa época, e o livro, queira ou não queira, traz à tona "modus" de uma cultura pré-internet - para limitar o contexto -, sem o cheiro da naftalina e o ranço do saudosismo barato. Panço diz, na sua sinceridade peculiar, que é apenas um registro de momentos interessantes de sua memória-viva-vida. Mas não se engane, pois essa obra faz cutucar as lembranças da nossa própria aldeia. Aldeia esta construída com outros suportes e outras ferramentas que são comuns e únicas em seu tempo. Nada de comparação. Em cada lugar (e tempo) tem seu Piu-Piu, sua Gangrena, sua Garage, suas figuras marcantes tão significantes para muitos, como comprovado no livro. É essa despretensiosa verdade, que ele-e-o-livro expõe e mostra para todos, o seu grande trunfo que deve ser lido por qualquer um e que pouquissímas pessoas teriam coragem, digo, disposição, para retratar e deixar estampado na história. No andar da carruagem do Sr. Tempo, ele mesmo, durante a sua peregrinação de duas semanas para divulgar e vender o livro, já tem vivido outras histórias; como encontrar veteranos que cravaram o rock na pele sem se importarem com os caminhos e descaminhos do destino.
Para a nova geração fica o exemplo que somos apenas seres (des)humanos, óbvio ululante, e não apenas marionetes nas mãos de poucos. Lição que deve ser dita em constância para que a bobagem - e a estupidez - não seja a nossa herança para a eternidade.
Estou, como ficou claro, bem sentimental - e de veneta - na escrita, mas a noite foi legal. Fruto instantâneo das presenças ímpares de Edy Gonzaga, Bergson, Dorivan, Diogo Galvão, Patativa e Jansen. Juntamos a energia positiva com a boa conversa na loja do gentleman Róberio e depois fomos tomar umas cervejas com Panço, porque garganta sêca só papagaio pra falar muito.
Para os que não foram, sempre há uma nova chance...

* o título se refere a um literal esporro que uma pessoa levou, mas esse caso só o Edy pra contar.



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Jesuino Oliveira
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Circuito Cultural das Praças tem 19 atrações neste final de semana


Reggae, Rock, afoxé e ciranda sã o alguns d os ritmos que marcam a volta do ‘Circuito Cultural das Praças’ nesta sexta-feira (30). No sábado (1º), o projeto continua com apresentações em horários variados – 17h, 19h e 22h. A realização é da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

Para esta edição do projeto foram selecionadas 268 propostas das áreas de música, cultura popular, artesanato, audiovisual, literatura, artes integradas, teatro e circo, além de dança. A nova temporada foi aberta em 9 de setembro, com os shows do DJ Guirraiz e de Totonho e os Cabras. Todas as 432 apresentações programadas seguem até fevereiro de 2012, nas praças revitalizadas e construídas pela Prefeitura de João Pessoa.

Ipês – a cantora e compositora baiana Marianne Gypsy vai se apresentar na Praça Coriolano Coutinho, no Bairro dos Ipês, a partir das 19h. No repertório, ela traz músicas de sua autoria, no estilo reggae roots, como “Oh Ah”, “Bob Marley”, “Mundo Cão”, “Sum Sum Sum”, “Brasil”, “Egoísmo”, “Maria Clara” e “Vento Selvagem”. Durante sua performance, também estão composições de outros grupos e artistas, a exemplo de Bob Marley, Edson Gomes, Jacob Muller, Tribo de Jah e Alfa Blonde.

Varadouro – A Banda Gauche vai levar rock, psicodelia folk-pop dos anos 60 e tendências retro-progressivas para o público da Praça Antenor Navarro, no Centro Histórico da capital, a partir das 22h. Nesse balaio de tendências, podem ser citado como referência grupos como Violeta de Outono, Moto Perpétuo, Echo and The Bunymen, Byrds e Mopho.

As músicas que serão tocadas pelos integrantes fazem parte de dois EPs já lançados, a exemplo de “Teatro de Serafins”, “Mar de Atlântida”, “Brilho” e “Mágica”, sendo todas do vocalista, violonista e tecladista Bruno Sérgio. Na formação, estão ainda Diego Carvalho (baixo e backing vocals), Luís Venceslau (guitarra) e Paulo Alves (bateria).


Rangel – O Afoxé Ya Sobha será a atração da Praça da Amizade, a partir das 18h. Essa será a primeira apresentação do grupo, que está conseguindo em prática sua proposta com o apoio do projeto ‘Circuito Cultural das Praças’. São cerca de 15 integrantes que objetivam resgatar as raízes africanas, por meio do afoxé, considerada uma expressão rara na Paraíba. Os participantes vão entoar cânticos aos orixás, em uma simbologia de resistência à escravidão. Os dançarinos e cantores se apresentam de branco e o ritmo é marcado pelos batuques de instrumentos como atabaque, agogô, maraca e jaqueta. A expressão “Ya Sobha” significa “A mãe de todas as cabeças”. O nome faz referência a Iemanjá do terreiro de Ilê Axé Ya Sobha, que fica localizado no loteamento Nova Mangabeira, em Paratibe, João Pessoa. O local faz parte da Nação Nagô, que é uma ramificação do candomblé.

Bancários – A Banda Bárbara, que se apresenta nos Bancários, a partir das 19h, surgiu em 2007, na cidade de João Pessoa. A iniciativa foi de Carol Jordão, atual vocalista, juntamente com Angel Lacerda, que na época era a baixista. Em outubro de 2010, o grupo lançou seu primeiro álbum, intitulado “Drama, Afeto e Rejeito”. A proposta é expandir a cena do rock feminino, valorizando o trabalho autoral. A maior parte do repertório do show é autoral, incluindo algumas inéditas, como “Ampulheta (Luana Lucena)”. Também haverá interpretações de alguns artistas conhecidos, a exemplo de Rita Lee. As integrantes são Carol Jordão (vocal), Débora Gil (guitarra), Luana Lucena (bateria), e Mynne da Rosa (baixo).

Mangabeira – Na Praça Coqueiral, quem sobe ao palco a partir das 19h é a Nau Catarineta Feminina. O folguedo é uma expressão popular que retrata a prisão e libertação dos tripulantes pelo comandante da Fortaleza do Dio. Os vencedores foram os portugueses, em uma luta contra os espanhóis. No contexto original, a brincadeira é composta por homens e tem apenas uma personagem feminina, a Saloia. Já a Nau Catarineta Feminina surgiu de um grupo de mães cristãs. A primeira performance aconteceu em 25 de novembro de 1992, na Fortaleza de Santa Catarina, em Cabedelo.

Tambaú – Quem vai animar a Feirinha de Tambaú a partir das 19h é Penha Cirandeira. A artista da cultura popular começou tocando ciranda na usina Santa Helena, junto a seu pai Zé Cirandeiro. Ela é natural de Alagoa Grande, mas também já morou em Sapé. Atualmente, ela reside em Várzea Nova, onde trabalha no roçado. Ao lado da zabumba de Seu Cícero, Penha conhece muitos cantos tradicionais e também sabe fazer improvisos. Possui intimidade indiscutível com os ritmos da ciranda e do coco, sendo marca de sua personalidade a voz forte e renitente. Participou do filme “Serena Serená: os caminhos do coco de roda e da ciranda na Paraíba”, de Lorena Travassos. Do roçado ao palco, Penha Cirandeira é certamente um dos ícones mais representativos da cultura popular paraibana.

Manaíra – A partir das 19h, a Divina Comédia Humana se apresenta na Praça do Skate. A banda foi formada em 2007, trazendo nas letras e ritmos de suas composições o estilo Rock and Roll. Depois de gravar um single, o grupo paraibano lançou o primeiro CD, intitulado “Tubo de Ensaio”. Na formação, estão Anderson Oliveira (vocais/guitarra), Fabrízio Soares (guitarra), além dos músicos adicionais Ilberto Canuto (baixo) e Roberto Marques (bateria).

Cidade Verde – Na Praça João Balula, quem se apresenta a partir das 19h é o grupo Cirandeiros do Vale do Gramame. Com suas zabumbas de corda, caixas e ganzás, os integrantes estão entre os principais responsáveis pela continuidade das tradições do litoral Sul de João Pessoa. Na região do Engenho Velho e proximidades, além do coco e cirandas tradicionais, é conhecida a existência de quadrilhas juninas locais. O grupo gravou um CD recentemente, repleto de cocos e cirandas, muitas das quais de autoria própria.


Confira abaixo a programação completa deste final de semana:


SEXTA-FEIRA (30/09)


-Bairro dos Ipês (Praça Coriolano Coutinho) – 19h

Marianne Gypsy (música)

- Varadouro (Praça Antenor Navarro) – 22h

Banda Gauche (música)

- Rangel (Praça da Amizade) – 18h

Afoxé Ya Sobha (cultura popular)

- Bancários (Praça da Paz) – 19h

Banda Bárbara (música)

- Mangabeira (Praça Coqueiral) – 19h

Nau Catarineta Feminina (cultura popular)

- Tambaú (Feirinha de Tambaú) – 19h

Penha Cirandeira (cultura popular)

- Manaíra (Praça do Skate) – 19h

Banda Divina Comédia Humana (música)

- Cidade Verde (Praça João Balula) – 19h

Cirandeiro do Vale do Gramame (cultura popular)


SÁBADO (1º de outubro)


- Castelo Branco (Praça da Cultura) – 19h

Baixinho do Pandeiro (cultura popular)

- Manaíra (Praça Alcides Carneiro) – 17h

Cavalo Marinho Infantil (cultura popular)

- Bessa (Praça do Caju) – 19h

Êxodus Reggar Band (música)

- Padre Zé (Praça da Conquista) – 19h

Trio Agudos do Forró (música)

- Funcionários I (Praça Lauro Wanderley) – 19h

Despertando para a Eco Cidadania (música)

- Jaguaribe (Praça Aquiles Leal) – 20h

Flor de Macambira (teatro)

- Funcionários II (Praça Bela) – 19h

Mac Belo (teatro)

- Conjunto Residencial Gervásio Maia (Praça da Esperança) – 19h

Escola de Capoeira Afro Nagô (cultura popular)

- Valentina (Praça Soares Madruga) – 19h

Banda Mega Show (música)

- Alto do Mateus (Praça da Mangeura) – 17h

Tribal Brasil (dança)

- Estação Ciência (teatro de arena) – 17h

Allem Circo (circo)

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Fonte: http://www.portalcodisma.com.br/?p=8482


ESPORRO Leonardo Panço



Em seu terceiro livro, Esporro (Tamborete, 2011), Leonardo Panço fala dos anos que viveu intensamente no rock underground do começo dos anos 90 no Rio de Janeiro. Anos de guitarras altas, pessoas peladas, loucuras e muito barulho. Esporro é sobre as esperanças da juventude, cair na estrada, tocar, compor e viver o sonho do rock com alguns amigos.

Em João Pessoa, Esporro será lançado no dia 18 de outubro (terça-feira), às 19:00, na loja mais rock and roll da cidade, a Música Urbana: Rua Visconde de Pelotas, 138-B, Centro. O evento é aberto ao público!
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Veja mais sobre o livro, leia um trecho, etc, em sua página no Facebook: http://www.facebook.com/note.php?note_id=10150262038957187 Também no Portal Rock Press: http://portalrockpress.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=4639
Os informes acima, no primeiro parágrafo, salvas as modificações, foram recolhidos em: http://vimeo.com/27031407 Aí também há um vídeo release sobre o livro. Clica logo, negada.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Festival MPBeco volta em sua sexta edição

Três noites dedicadas aos compositores potiguares e palco será instalado na Praça 7 de Setembro, Centro de Natal. A festa terá entrada gratuita.



A sexta edição do Festival de Música do Beco da Lama – VI MPBeco – colocará novamente os holofotes direcionados aos compositores potiguares. A primeira eliminatória da competição será neste sábado (1). O palco será instalado no mesmo endereço das edições passadas: Praça 7 de Setembro, Centro de Natal. A festa terá entrada gratuita.
Uma banca formada pelo músico Mirabô Dantas, a musicista e poeta Michele Ferret, e o músico e jornalista Moisés de Lima selecionou 24 concorrentes para participar do certame. O grupo apreciou 285 composições, resultantes de 139 inscrições de todo o estado.
Duas eliminatórias, a serem realizadas nos dias 1º e 8 de outubro, irão definir os 10 finalistas – cinco concorrentes para cada dia do evento. Cada eliminatória irá contar com a apresentação de 12 candidatos. A grande final será em 15 de outubro.
De acordo com um dos produtores do MPBeco, Dorian Lima, uma mesma banca julgadora formada de cinco pessoas será responsável pela escolha dos finalistas, nas duas etapas eliminatórias. Durante a final, outra banca será formada, com cinco pessoas diferentes, para selecionar os vencedores do festival de música.
“A comissão será formada por músicos, compositores, cantores e pessoas da área. A disputa será acirrada, pois o nível dos 24 concorrentes é muito alto”, disse. Somente potiguares ou aqueles que residem no RN há pelo menos dois anos puderam concorrer.
Além dos seis prêmios já concedidos em outras edições, esse ano há uma novidade na premiação.
A música primeira colocada (Prêmio Nazir Canan) receberá o valor de R$3.600; a música segunda colocada (Prêmio Newton Navarro) receberá R$2.900; já a música terceira colocada (PrÊmio Celso da Silveira (R$2.300). O Prêmio Maestro Mainha de Melhor Arranjo Musical e o Prêmio Bosco Lopes de Melhor Intérprete do Festival concederá aos vencedores R$1.800, cada. O Prêmio Elino Julião (voto popular) é de R$2.600. O compositor agraciado com o Prêmio Nazir Canan levará também o Prêmio Arte Musical (um violão da marca Di Giorgio).

Shows nacionais

As noites de festas do MPBeco incluem também apresentações de artistas nacionais, que, entretanto, não participam da competição, mas serão responsáveis pelos shows de abertura e encerramento.
A primeira eliminatória terá show de abertura da cantora potiguar Cida Lobo. O encerramento será com o cantor pernambucano Lirinha, ex-vocalista da banda “Cordel do Fogo Encantado”. Lirinha fará o lançamento nacional de seu primeiro CD solo.
Já a segunda eliminatória, dia 08, começa com apresentação da banda potiguar Dosouto e será encerrada pelo cantor pernambucano Escurinho.
Na esperada noite da final, o Festival realiza a tradição de abrir espaço para o vencedor da edição anterior. O cantor Maguinho da Silva (1º lugar em 2010) apresentará o CD “E o pior qu’isso tudo não é ficção…”, acompanhado pela malassomBROSband. A banda cearense Cidadão Instigado finaliza a programação da noite final.

Ordem de apresentação dos competidores (escolhida por sorteio):

Sábado 01/10:

O Cotidiano
Autor: SaintClair
(Natal/RN)

Alice
Autor: Max Soul
(Natal/RN)

Liberdade Vigiada
Autores: Abel Melo e Leandro Levy
(São Paulo do Potengi/RN)

As Barbas da Mãe
Autores: Rafael Novais / Eduardo Borges / Rafael Melo / Weslley Xavier
(Povoado Mata Verde / Macaíba/RN)

Festa na Vila
Autor: João Henrique Koerig
(Natal/RN)

Tico-Tico
Autor: Caio Padilha
(Natal/RN)

Jurubebas Queen
Autor: Artur Soares
(Mossoró/RN)

Do Alto do Palato
Autora: Rani
(Natal/RN)

Árido Blues
Autor: Zoroaster Cavalcanti de Medeiros
(Natal/RN)

Solidão Avulsa
Autores: Pedras Leão e Maria Di Lia
(Natal/RN)

O Trovão e O Passarinho
Autores: Nagério / Carlos Bem / Franklin Mário
(Natal/RN)

Algumas Verdades Sobre a Mentira
Autores: Simona Talma e Romildo Soares
(Natal/RN)

Sábado 08/10:

Xote Americano
Autores: Joana Medeiros e Batista Araújo
(Natal/RN)

O Retrato de Madame K
Autor: Gabriel Leopoldino Paulo de Medeiros
(Natal/RN)

Depois
Autor: Yrahn Barreto
(São Gonçalo do Amarante/RN)

Bar das Bandeiras
Autores: Wigder Valle e José Gaudêncio Torquato
(Natal/RN)

Canto do Concliz
Autor: Popola de Natal
(Natal/RN)

Homens Lunares
Autores: Luciana Barros e Fábio Rocha
(Natal/RN)

Overdose de Samba
Autor: Heriberto Pedro da Silva (Zorro)
(Natal/RN)

Blues do Desespero
Autor: Antônio Carlos Spinelli
(Natal/RN)

Apenas um Blues
Autor: Lindenberg Mariano
(Natal/RN)

Tango do Hospício Encantado
Autores: Franklyn Nogvaes e Antônio Ronaldo
(Natal/RN)

Amor Bandido
Autor: MC Priguissa
(Natal/RN)

Chuva de Alexandria
Autor: Breno Z
(Natal/RN)

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